03 setembro 2007

Despedida...



Ameniza, e torce pelo que vem em seguida
Autêntico talvez, como nunca fora antes
E teme, agora, como um simples mortal
Sem fingimentos, entrega-se ao ciclo

Dentro da bolha, que julgava mal antes
Perde a resistência, de querer ser único
E sendo Único, volta ao passado
Distante, Distante, Distante, Distante...

Novo tempo, início do ciclo
Sofrimento? Ainda virgem
Pensamento? Muitos a formular

Que Recomece o Jogo...


Renato Moss

06 agosto 2007

Pensamento...


-Me traz um copo d'agua?

É simples, sentir...
E é bom...
Fugir?
De quê?
Eu posso querer de novo...
É só não se perder, de novo...

Monossilábico, mas não monótono
É assim que se sente...
Firme...
Mas com algumas dúvidas,
Inevitáveis...

Solitário...
Mas sempre foi...
Inconformado...
Normal...

Sente?
Talvez...
Não sei...
Em vez...

Pense

31 julho 2007

Ponto de mutação...



Quero, não posso, sou e não mostro
Tenho e não nego, não faço mas espero
Posso, eu sei, quero mas não sei...
Tento, talvez, não tento, em vez...

Grito, silêncio, movido, não-autêntico
Farsa, do que é real, dissimula, no final
Prova, e consegue, dá um jeito, mestre
Sofre porquê quer, perde porquê quer

Ganha, ordem, desfaça, desordem
Ponha, caos, arrume, ainda caos
Sofre porquê quer, perde porquê quer
Auto, acomodado, dorme e fala baixo

Sente o que não quer, mas porquê quer
Fácil e complementar, útil, ainda devagar
Tantos, inferior, surge, ainda caos
Move-te, ordem, Saia da desordem

E desde que enxerga-te a ti mesmo
É capaz de mudar e ser o que quiseres
Desde o incapaz tolerante ao fracasso
Ao noviço gênio ingênuo, que é, de fato...

E basta estalar-te os dedos
Que fará nascer de onde não suponhas
Que em demasio é pontente
E não te negues, pressuponha

Tê-lo-á assim quando quiseres
E o queira ainda que puderes
Que nem tudo é de brincadeira
E o que muda, é o que não volta...

28 julho 2007

40 horas de sítio...






É uma regressão isana, que venha à tona delírios
Que me suga as lágrimas, que me torna insensível
Que deixa o mundo pequeno, e eu mais ainda
Que de maneira sombria, a noite não difere do dia

Que me toma a sede, nem sinto fome nem nada
Antônito homônimo, luta e fraqueja, frieza e desgraça
É um pé na depressão, fuga do que vale da experiência
É um momento de reflexão resumido em quarentena

De longe é um apoio, e me remete ao passado distante
Um dia que acordei sem rumo, e o guardei pra mim
Segui até o dia mais próximo de uma esquina
E sem querer descobri que não adiantava, não tem fim...

Quer me provar o quê? vai me tirar tudo o que me resta?
Quer saber se ainda sobrevivo? na verdade é isso que interessa...
Foi num clarão que invadiu minha janela, ontem de madrugada
Percebi, ...

...

Fraco

...

Tem um presente la fora, esqueça o passado
Tente se tornar livre, e nem da liberdade ser escravo
Plante uma árvore talvez, mas não esqueça de regá-la
Até que as raízes se tornem fortes, assim se pode deixá-la

São inúmeras sutilezas... vem alguém...

E não vou perder mais essa oportunidade...

16 julho 2007

Adiar... Odiar...





Quem dos aqui presentes também julga em falso testemunho que a esperança, e talvez apenas o incoformismo, chegam a se tornar sinônimos? É um triunfo desmiolado dos que batem e correm em busca do preenchimento do vazio... e que se torna escravo de um compromisso inexistente e distante, Adiar pra quê? o futuro não lhe apresentará respostas caso seja você um expectador dos movimentos, Planeje e Faça, seja a ação contrária ao sentido de todo o trajeto, mas que lhe deixe calmo consigo mesmo. Planeje e Desfaça, desfaça do futuro do pretérito, por que esse chega estimado, lascivo e massacrado, resultado de uma manhã mal planejada...

Cresça hoje, e faça do seu amanhã apenas um dia dependente
Durma hoje, e deixe o sol reger o seu horário marcado
Queira hoje, apenas nos momentos recíprocos
Fuja hoje, e volte hoje mesmo, e descalço
Comece hoje, mas termine um dia
Jogue hoje, é tudo um jogo...
Saia hoje, e feche a porta...

Pronto?

Renato Moss

12 julho 2007

Nostalgia...


Eu me pergunto, o que é esse sentimento que chega como uma fenda aberta no meio do oceano, uma fenda infinita e gigantesca por onde toda a água do planeta escoa, sem ter pra onde ir, num movimento simples e de consequencias desatrosas.. "Sinto saudades, não minto". Sou um ser em busca de experiência, e às vezes me dói ter que me desfazer das coisas e pessoas que um dia amei. E é a prova da minha experiencia adquirida, sentir saudades do seu sorriso, ter uma nova agenda sem compromissos...

Perceber que não somente as minhas digitais serão encontradas num porta retrato, antes fosse guardado e deixado de lado. Entender que servir é sinônimo de escravidão, e que o ruim no final das contas é ser escravo da liberdade. Pra quê tudo isso afinal? pra me tornar um homem com histórias boas pra contar? Ter pessoas ao meu redor que por alguma música, de mim vão lembrar?

É um fardo pesado esse... esse de ter o ímpeto de só observar... queria férias, um dia pelo menos, férias de ser Eu...

E de férias eu inventaria tudo de novo, teria um bom senso de humor, seria um romântico talvez, e sem deixar tudo ir embora, me tornaria escravo novamente...

Saber ser feliz é relativo, sou feliz? você leitor(a), é feliz?

Mas que chato eu, um novo dia
Acordar cedo e pela manhã
Tornar-se amigo do espelho
Ver, te ver, sem motivo
Ser e perder o juízo...

Liga não, é tudo nostalgia....

Renato Moss

06 julho 2007

Ócio e decadência...




Quando chega uma chuva de tormentos,
E molhado, me entrego ao sofrimento,
Que chega disfarçado dissimulado,
Noto o quão sem misericórdia fui enganado...

E chega a hora de acordar...
O sol não aparece em minha janela
E fingindo não sentir a diferença
Ignoro situações como aquela.

Me alimento de um sono profundo,
Ando num caminho sem rumo...
Chego a abandonar meu porto seguro,
E em troca, mais experiência pelo mundo...

E de que vale a experiencia?
Senão mais uma tragada de cigarro...
A fumaça subindo pelas ventas
Estragando todo o meu conquistado...

O bom é quando tento observar...
Pensar demais, as vezes pode machucar...
Um espelho, por favor...
Quero saber pelo menos onde estou...

Degradação da pureza do homem,
Miscigenação do nobre com podre sangue,
A venda do massacre comprado pelo ímpeto,
A dosagem errada de um alucinógeno comprimido...

Não produzido pela natureza,
E que foge às regras da harmonia
Que malícia ainda tenho eu?
Se nem mais sentindo tem minha vida...

Hora de acordar, com os olhos cheios de pranto,
Tentar esquecer de uma vez, mas esquecer nem tanto...
Voltar ao meu lugar, antes que alguem tenha usurpado...
È dificil ser eu, ninguem sabe o quão é complicado...

Renato Moss

O Olho


Que vê entre a degraça e a beleza,
Que surge das promessas e certezas
Que observa o movimento retorcido do caos
Que de uma única peça estima-se um plural...

Tem olho que é cego, mas que sonha em ver
Mesmo perante um espelho, em frente a você
Que intepreta errado, ou deixa de interpretar...
Que nada é por acaso e tudo é complementar...

Tem olho valente, forjado por natureza,
Que de manhã sente-se à vontade,
Na madrugada, estrelas...

Um olho que vê e não intepreta
É como saber escrever e não ser poeta...
É não perceber a sua vida incompleta...

Renato Moss

28 junho 2007

Nicotina, Sexo e Alcool...




Lembro-me das noites promíscuas
Onde foram meus momentos de glória
A quem me recorria a vida que um dia
Me fez promessas de um mundo afora

E de que vale a experiência?
Senão uma tragada de um cigarro...
A doideira subindo pelas ventas
A calmaria tomando conta do cenário...

O sangue perdendo a pureza
Modificando a inocente natureza
Desse mundo que é cego à beleza...

Horas que não se negavam em ser tardias
Mulheres donzelas, que sem roupa eram vadias,
Lábios vermelhos carnudos, seios robustos...
E um refúgio forrado de um couro negro brilhante...

Sinto saudades, nao minto,
Era um "Eu" capaz,
Digno de ser um mito
Que da noite fazia um lar
E do dia um esconderijo...

Era o prazer destruindo a carne...
Mas o fim é destruição da carne,
De que vale uma experiência?
Senão a destruição da carne?

A moral que fala mais alto,
É do mesmo homem que veio de baixo
E que tampouco se nega, à espera
De uma garota promíscua esperta...

E nínguem aqui comenta o alcool?
Esse ou deixado de lado, já banalizado,
Faz parte dos meus momentos insanos
Que em demasio seca-me os prantos...

Não há dosagem certa..
Quem prescreve é a necessidade,
Ou talvez simplesmente a vontade
De um ser curioso e covarde...

Ninguem que se diz experiente
É capaz de se dizer sensato,
Por quê não é você nem ninguem
Que vai medir o que é pecado...

Renato Moss Hellwaker

03 junho 2007

Um Buraco Negro (Toranja)





Das noites que passei sozinho
Estrelas não me guiavam...
Vinham apenas recordações
Onde se chocavam dois mundos
Lá dentro num buraco negro...
Vibrante como as trevas
Assim é um buraco negro...

Mesmo servindo para própria destruição
É tão intenso e ao mesmo tempo bonito,,,

Outra cousa nao desperta tanta curiosidade
Senão a complexidade de um buraco negro...

Longe de toda existência de luz
Assim surge um buraco negro
Com a sua beleza obscura, ele
Obstrue o vácuo...
Sério e malicioso...

Mesmo servindo para própria destruição
É tão extenso o quanto possa imaginar
Uma corrente poderosa e infinita...

Antes talvez fora luz...
Momentos depois...
Outro comportamento ressurge
Remarcando o mesmo lugar...



Renato Moss

28 maio 2007

À Prova de Fogo...

Mesmo queimando por dentro
A pele mestiça se mantém fria
Desmentindo a revolução eminente
que surge do caos proveniente
de uma manhã mal planejada...

Fire Proof

06 maio 2007

Pensamento...




Chega de guerras, agora eu quero paz, mas talvez seja monótono demais...
Algumas mulheres pra me satisfazer, ou uma que fique até de manhã...
Comer o fruto que eu mesmo cultivar, mas sem terra não dá...
Posso eu abandonar tudo e fugir pr'algum lugar?
Mas que diabos estou fazendo aqui?
Sabe Deus me explicar...

Se eu soubesse onde é algum lugar...
Já é tarde demais pra mudar...
Eu nao sei quem eu sou...
Eu sou um dos bilhões...
Qual é a graça nisso?
Viver pra alguem?
ou sustentar
egoísmo?


É melhor eu me olhar no espelho...

Mas ele nao diz...

Eu vejo o que quero...


Renato Moss

02 maio 2007

O caminho de volta...


Num encontro com um muro alto
Cercando todo o perímetro de fuga
O desespero flui no sangue ralo
Sem deixar a razão ir à luta...

As reticências que surgem no pensamento
São de esperança e não de tormento...
A mente se esforça e tenta olhar adiante,
Os olhos ainda vendados pelo muro circundante.

E não há mais sentido em só olhar
É tudo igual por todos os ângulos...
Que difereça faz em se mover ou sentar
Se o fim seria mesmo morrer esperando...

Mas quando o tempo resolve mudar
Às vezes chega a ter luz ao meio-dia
Que é quando o sol lá em cima chega a cegar
E quem tenta olhar fica cego pra vida...

O homem constrói
E o homem derruba
Ficam as marcas do passado
A experiência em forma de ruga

E trancado entre os muros
Se orientando pelo sentido do tato
Avançando num caminho desconhecido
Cada vez mais, um passo errado...

Depois de encontrar um lugar no escuro,
Um momento pra descansar sossegado
Quando a razão se da conta do absurdo
Que talvez o caminho esteja todo errado...

Continuar sem enxergar é loucura
Até aqui tem sido só aprendizado...
Mas a busca da fuga ainda continua
É melhor recomeçar todo o caminhado

E a teima em ir à frete é excitante
São poucas portas agora avistadas
E muitas dessas ali restantes
Sempre estiveram trancadas...

O desespero rege novamente
E toma-se como inimiga a esperança
E quase desistindo de ser combatente
Algo ameniza a bruta ânsia...

Nunca houveram erros nesse trajeto,
A razão diz tardia em chegar,
A primeira porta estava aberta
E eu entrei sem perguntar...

Segui em frente com o olhar curioso
Movido pelo instinto natural
Agora me lembro que ainda não era cego
E tinha um bom comportamento emocional...

E a solução que é muito simples
Torna-se a minha missão mais nova
Apesar de não saber o que tem pela frente
Sempre soube o caminho de volta...

O caminho de volta é mais rápido e saudavel!
Da pra ver de novo os obstáculos superados
E ao chegar ao ponto de início, dê um suspiro...
Tranque a porta, e jogue a chave num buraco...


Renato Moss

30 abril 2007

Hope versus Hate



Heal the broken ice...
Observe the final cut...
Pardon may be impossible
Everywhere I see my past

Humans doesn't know
Any decision is a shot in the dark
Then would be a mistake? or hipocrisy?
Ease the pain, find and kill them...

Hiroshima cruel done...
Omnia vicint, eat bones...
Pain isn't never enough...
Eleven monkeys...

Helmet to cover the face
A cold knife through the flesh...
Taste it...
Every silent scream, murder him...

Hope for what?
Others does not hear your cry
Power is in your own hands
Exist a bloody vain around in your eyes

Horse power destruction
Our child doesn't desverves this pollution
Pardon isn't needed more, no more...
Eat your own poison, tell me what you feel


HATE


Renato Lecter Moss

12 abril 2007

Amor Eterno



É estar tranquilo consigo mesmo,
E sentir a fluidez dessa fantasia.
É ter alguem pra livrar de um pesadelo
E poder contar com ela todo dia...

É realçar a beleza perante os defeitos
É imaginar que até na dor tem alegria
É nunca ter que dizer adeus,
A não ser se for pra própria vida...

É se alimentar de coisas abstratas
E não sentir a fraqueza de um mortal
É fazer um pacto de sangue
E como se fossem Um, assim ser um casal

É planejar um futuro distante
E ter a certeza que irá acontecer
E sem saber o lhe espera adiante
Nunca ter nada a temer...

É fazer de um lugar solitário
Um templo mágico de pensamentos
Tirar de dentro dum copo d´água
Um mar profundo de sentimentos

É ter um fiel escudeiro
E também ser escravo de alguem
Ter alguem pra lhe dizer umas verdades
E enteder que na verdade só lhe quer bem

Porém durante essa vida inteira
Nem todos terão o maior dos privilégios
Que é tocar o corpo de alguem
Sem se limitar apenas ao sexo...

Somente se é por amor
E jamais mero acaso
Que alguem se entrega por inteiro
Até morrer com você nos seus braços...


Renato Moss

10 abril 2007

Cataclisma


É na verdade diluída de um fato
Que se percebe os atos de omissão
É onde morre a confiança
E nasce outra cicatriz no coração

São falhas no respeito
Quem dirá consideração...
Pra quê dizer palavras bonitas,
Se num fundo é tudo traíção?

Quem tenta usar a mesma chave
Pra abrir duas portas diferentes
Acaba se trancando do lado de fora
E nunca a atravessa novamente

E la fora fingindo nao sentir frio
Torna-se escravo do orgullho
Não enxerga os próprios erros
E os repete no futuro...

Chega a parecer o fim do mundo,
E talvez ainda seja de caridade
Por quê o alívio da dor
Só é pra quem tem humildade

Nesse mundinho hipócrita
De uma coisa eu tenho certeza
Honra, Fidelidade e Caráter
Nem todos têm pela vida inteira...

E é com pesar que se encerra
As qualidade de um pobre mortal
Ninguem assim é digno de um amor eterno
E eu aqui achando que era especial...


Renato Moss

01 abril 2007

The Cold-Hearted


It would be easier
Without this feelings
That take on our world
And rule our routines

The secret is behind
The way of your life;
Don't care about bad tricks
And damn it phoney smiles

To solve what is a problem,
The clue I found on my path:
Throw out ordinary things
And turn the weapons back

Live always on defense,
Never try to conquer someone,
Listen only the voice of your mind
Instead to believe on heart sounds

Dignified of a title, now perhaps I am,
No child behaviors more, the strongest of the men;
The view is the trail that someday I'll pretend,
Now a cold-hearted human and never more the same...

Savage Mossyer

28 março 2007

Pensamento...


Para o ímpeto pensante
Que afora julga condizente
Com a força resultante
De maneira imprudente
Há um manifesto brilhante
Raro de se ver na gente
Brilha mais que diamante
E chega a ser indecente
Mas quem o evita bastante
Torna-se competente
Se esquiva do errante
Trabalha a boa mente
É considerado o bastante
Em causa pertinente
E pra ser menos falante
Que um mudo doente
Eu digo que perante
O coração dormente
Não há coisa mais brochante
Em uma situação comovente
Onde o cara que era amante
Hoje se vê incompetente
Não suficiente o bastante
Ainda vê que pela frente
Tem muita coisa importante
Que só sendo sobrevivente
Desse jogo militante
Visceral à carne latente
Por o fim por um instante
Que é pro bem da gente
Ninguem sair ofegante
Por se tratar do ausente
Que é pra ver se durante
O momento antes vigente
Foi guardado em alguma estante
Ou esquecido para sempre
A alegria que era dançante
Hoje, intocável aparente.

Renato Moss

14 março 2007

Soneto da Esperança


Infeliz o homem que não a conhece
É certo, finda-se rápido o inatingível
É triste, nem sequer a dor adormece
E de fato se torna potente o impossível

Essa é que amortece a tortura
Nos poentes, ela é que ilumina,
E nas odisséias que fervilham o sangue
Por bem traz consigo toda a calmaria

Quando conosco dita frases sem sentido,
Um certo conforto para os sedentos de objetivos
Para uns, ouro de tolo; outros, princípios

E no final latente, se é que tem sido proeminente
Quem deveras esteve contente, com o intocavel aparente
Há de merecer não só a dáviva, mas da esperança, o presente.


Renato Moss

11 março 2007

Pensamento...

Onde?

Seria a definição correta de lugar,
Um local físico de sentido palpável
Ter como chegar seria perfeito
Mas não ter como ir é lamentável

Que de sonhos se faça o sentido da vida
E que a Vida, se resuma em um lugar
Não Importa em quais lugares sejam
Mas quem nos sonhos sempre está

Ter alguém sempre a espera,
É sentir firmeza na saudade,
É doer o corpo da mesma forma
Que dói a palavra realidade...

Mas onde há firmeza da vontade
Aquém da imaginação, não é fantasia
É de bater no peito e sentir orgulho
Que nesse lugar chegarei um dia...

Renato Moss


09 março 2007

Hellwalker

Todos nós temos um "hellwalker" adormecido, talvez escondido por detrás dessa nossa carapaça, que usamos como desculpa para disfarçar que somos tao primitivos o quanto tanto os nossos instintos nos regem, e isso não é uma coisa ruim, não pelo meu ponto de vista...

dessa forma acambamos conhecendo os nossos limites, limites esses... que nao temos! Mas o que é, e como ser um "hellwalker", pela grafia da palavra diz-se "aquele que caminha sob o inferno" e esse sou eu, somos nós, sois vós e são eles, todos, a diferença está em: se você sabe onde é o inferno, aliás, não podemos resumir o inferno como um lugar, ele é adimensional... pode ser um "quando, onde, como..." é preciso um olhar sagaz pra se desvincilhar das peças pregadas por esse jogo, e pisar em cima... pisoteiar mesmo....




É preciso experiencia até se tornar um Hellwalker de respeito, quanto você têm? olhe ao seu redor, e tente não ver as coisas como elas são, e sim o essas coisas fazem ali, troque o verbo ser do estar, dessa maneira você passa a não aceitar com simplicidade o comodismo, e começa a se perguntar o porquê dele, pra quê? se é descartável, então se desfaça, se é útil, então dê mais valor...

Hellwalker, para muitos que talvez tenham essa dúvida, é um adjetivo laico, é como uma patente que lhe difere dos outros homens animais, mas, infelizmente não é pra quem quer, não adianta tentar caminhar pelo inferno que você não vai encontrá-lo... pelo contrário, já estamos nele, o que posso dizer é, tente achar a saída e observe do lado de fora, só que muitos tentarão encontrar a saída em vão, ja outros, a saída que encontra-lo-ão...

Savage Mossyer Hellwalker

25 fevereiro 2007

A mão que move a foice..


Eu sempre acreditei que quem vive de esperas está sujeito a ter que se adapatar às condições do sistema... seja lá qual sistema for esse, sua faculdade, ou sua própria vida... talvez sua namorada ou namorado que já não é bom o bastante...


existe uma coisa chamada evolução, quem não acompanha esse fenômeno fica pra trás, mas fica mesmo, é um jogo sem misericórdia e sem privilegiados, apenas jogadores, tem os que blefam bem e acabam sendo alguma coisa por osmose, tem os afortunados que ja nascem com tudo pre derterminado, mas sem emoção... e tem... (esses são os melhores) os que evoluem indefinidamente e sem limites, tudo serve de experiência, tudo tem um lado bom.. e esses usam suas proprias experiencias passadas para enfretar as novas e mais emocionantes...


toca o som gordo e envolvente, aclamam-se os escolhidos e defaz-se dos velhos usados.. mas nao esquecei-vos...


acreditei nas mensagens dos números, eles estão por toda parte lhe dizendo algo... e o que me dizem agora é que é tempo de morangos... morangos azedos... por isso nao se iluda com o belo e o gostoso ao olhar.. prove da fruta feia que tem o gosto suave no paladar... e da bebida que mata a sede mas desperta a fome... e da comida que não alimenta.. mas nos mantêm em pé...


é uma questão de intepretação... alguem sempre está de volta, more clever, but older now

21 fevereiro 2007

O começo...

Quem era o filósofo? acho que dentro de todos tem um... mas é com pratica que ele aguça a sua sagacidade... uma vez me perguntei qual seria o lugar mais distante que eu conseguiria chegar se caminhasse em linha reta... dei alguns passos.. parei.. dei meia volta e olhei pro lugar que eu estava.. foi simples e impressionante.. mas é exatamente onde você está o lugar mais longe que você pode chegar hj! então.. pra começar é isso... em vez de dar a volta ao mundo para chegar longe que tal apenas um a olhadela assim mesmo por cima do ombro para trás...