28 julho 2007

40 horas de sítio...






É uma regressão isana, que venha à tona delírios
Que me suga as lágrimas, que me torna insensível
Que deixa o mundo pequeno, e eu mais ainda
Que de maneira sombria, a noite não difere do dia

Que me toma a sede, nem sinto fome nem nada
Antônito homônimo, luta e fraqueja, frieza e desgraça
É um pé na depressão, fuga do que vale da experiência
É um momento de reflexão resumido em quarentena

De longe é um apoio, e me remete ao passado distante
Um dia que acordei sem rumo, e o guardei pra mim
Segui até o dia mais próximo de uma esquina
E sem querer descobri que não adiantava, não tem fim...

Quer me provar o quê? vai me tirar tudo o que me resta?
Quer saber se ainda sobrevivo? na verdade é isso que interessa...
Foi num clarão que invadiu minha janela, ontem de madrugada
Percebi, ...

...

Fraco

...

Tem um presente la fora, esqueça o passado
Tente se tornar livre, e nem da liberdade ser escravo
Plante uma árvore talvez, mas não esqueça de regá-la
Até que as raízes se tornem fortes, assim se pode deixá-la

São inúmeras sutilezas... vem alguém...

E não vou perder mais essa oportunidade...

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