06 julho 2007

Ócio e decadência...




Quando chega uma chuva de tormentos,
E molhado, me entrego ao sofrimento,
Que chega disfarçado dissimulado,
Noto o quão sem misericórdia fui enganado...

E chega a hora de acordar...
O sol não aparece em minha janela
E fingindo não sentir a diferença
Ignoro situações como aquela.

Me alimento de um sono profundo,
Ando num caminho sem rumo...
Chego a abandonar meu porto seguro,
E em troca, mais experiência pelo mundo...

E de que vale a experiencia?
Senão mais uma tragada de cigarro...
A fumaça subindo pelas ventas
Estragando todo o meu conquistado...

O bom é quando tento observar...
Pensar demais, as vezes pode machucar...
Um espelho, por favor...
Quero saber pelo menos onde estou...

Degradação da pureza do homem,
Miscigenação do nobre com podre sangue,
A venda do massacre comprado pelo ímpeto,
A dosagem errada de um alucinógeno comprimido...

Não produzido pela natureza,
E que foge às regras da harmonia
Que malícia ainda tenho eu?
Se nem mais sentindo tem minha vida...

Hora de acordar, com os olhos cheios de pranto,
Tentar esquecer de uma vez, mas esquecer nem tanto...
Voltar ao meu lugar, antes que alguem tenha usurpado...
È dificil ser eu, ninguem sabe o quão é complicado...

Renato Moss

Um comentário:

Rodrigo disse...

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