03 setembro 2007

Despedida...



Ameniza, e torce pelo que vem em seguida
Autêntico talvez, como nunca fora antes
E teme, agora, como um simples mortal
Sem fingimentos, entrega-se ao ciclo

Dentro da bolha, que julgava mal antes
Perde a resistência, de querer ser único
E sendo Único, volta ao passado
Distante, Distante, Distante, Distante...

Novo tempo, início do ciclo
Sofrimento? Ainda virgem
Pensamento? Muitos a formular

Que Recomece o Jogo...


Renato Moss