25 dezembro 2010

O tropeço


Se num tropeço rasteiro perdes o dom da vida,
E de teus cúmplices de marcha, há quem diga
-Estás atrasado e por ai tu ficas!
Não desperdice o teu lamentar, tens a melhor vista!

Agora, olhos teus alcançam a direção que já tomaste,
As condutas de que antes falaste.
Os falsários com quem muito contaste,
e as certezas que sempre negaste...

Então, no teu cair, fruto de tua parca vigília,
Que tomada por fúteis hábitos e dissabores da vida
Num lapso apropriado, recém-parida,
Choram as tuas verdades e há mais quem diga:

-A paciência é uma virtude, siga!

3 comentários:

Quezia Alvim disse...

ôo Moss..eu naum sei oq é isso, sempre quando venho aqui..vc me faz pensar em um bando de coisas, mas não sei te dizer...muito estranho isso, porque sempre falo sobre o que penso e sinto, mas naõ sei, simplesmente parece que tá além, doidera viu?
O Tropeço diz muito pra mim, sobre mim...incrível isso.
Bjoca pra vc...

Renato Moss disse...

Bom.. isso é um bom sinal.. minhas escritas ao menos estão causando alguma reação, estou chegando perto dos meus propósitos rsrs.. bjos, se cuida

Anônimo disse...

eu sempre me perco.. por horas em cada palavra.. tenho que ler algumas vezes pra conseguir não viajar pra tão longe.. :)